sábado, 3 de dezembro de 2011

Dos pesares

As vezes pela retina da janela da minha alma percebo algumas nostalgias na madrugada solitária que se evai.Ou no céu cinza que pressupõe um entardecer isolado em minhas desvairadas lembranças, faz com que caminhe despreocupado pelas ruas desertas da cidade.
 Já não me importo com a chuva ou com as estrelas cintilantes que tentam clarear a noite lúgubre que internaliza meu íntimo. É a noite dos pesares, o entardecer da solidão e nada que eu fizer poderá mudar tal realidade. E a realidade só é notada quando sentimos na concretude de nossos dias o quão triste e desoladora pode ser uma lembrança!

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