sexta-feira, 29 de abril de 2011

A velha

A velha olha o vazio
A velha contempla o nada
Fica remoendo memórias de um passado distante
A velha de bengala em riste aponta para o alto e questiona
o porquê do tempo deslizar tão sorrateiro pelas dobras de suas
rugas, a velha guarda consigo como um tesouro as memórias vivas
de sua juventude...

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